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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Estante de Porão: Especial - Gil Vicente

Estante de Porão: Especial - Gil Vicente:

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Especial - Gil Vicente

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Auto da Barca do Inferno

É um auto onde o barqueiro do inferno e o do céu esperam à margem os condenados e os agraciados. Os que morrem chegam e são acusados pelo Diabo e pelo Anjo, mas apenas o Anjo absolve. 
O primeiro a chegar é um Fidalgo, é seguido por um agiota, por um Parvo (bobo), por um sapateiro, por um frade, por uma cafetina, e um judeu, um juiz também vai, por um promotor, por um enforcado e por quatro cavaleiros. Um a um eles aproximam-se do Diabo, carregando o que na vida lhes pesou. Perguntam para onde vai a barca; ao saber que vai para o inferno ficam horrorizados e se dizem merecedores do Céu. Aproximam-se então do Anjo que os condena ao inferno por seus pecados. 
O Fidalgo, o Onzeneiro (agiota), o Sapateiro, o Frade (e sua amante), a Alcoviteira Brísida Vaz (cafetina e bruxa), o judeu, o Corregedor (juiz), o Procurador (promotor) e o enforcado são todos condenados ao inferno por seus pecados, que achavam pouco ou compensados por visitas a Igreja e esmolas. Apenas o Parvo é absolvido pelo Anjo. Os cavaleiros sequer são acusados, pois deram a vida pela Igreja. 
O texto do Auto é escrito em versos rimados, fundindo poesia e teatro, fazendo com que o texto, cheio de ironia, trocadilhos, metáforas e ritmo, flua naturalmente. Faz parte da trilogia dos Autos da Barca (do Inferno, do Purgatório, do Céu). 
Cada um dos personagens focalizados adentram a morte com seus instrumentos terrenos, são venais, inconscientes e por causa de seus pecados não atingem a Glória, a salvação eterna. Destaque deve ser feito à figura do Diabo, personagem vigorosa que conhece a arte de persuadir, é ágil no ataque, zomba, retruca, argumenta e penetra nas consciências humanas. Ao Diabo cabe denunciar os vícios e as fraquezas, sendo o personagem mais importante na crítica que Gil Vicente tece de sua época. 



Auto da Alma

A Alma passa por um dilema, de um lado o Diabo mostrando-lhe os prazeres da vida: as jóias, a riqueza, o poder. De outro lado, o Anjo lhe mostra ser necessária a sua salvação, pois era Alma pecadora, coberta de vaidade e que as coisas materiais nesta terra hão de ficar. Por ser uma Alma pecadora em alguns momentos de fraqueza e deslumbre ela acaba cedendo ao Diabo, mas com a persistência do Anjo em mostrar o caminho da salvação ela enfim o escuta e segue com o Anjo até a igreja, onde é recebida por Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Jerônimo e São Tomás com banquete e orações, exaltando assim a importância da igreja.


Auto da Feira

A peça tem prólogo, dito por Mercúrio, que, discreteando sôbre astronomia, usa de sentenças semelhantes às do prólogo da «Exortação da Guerra». No final, diz quem é e ao que vem: que por não conhecer na côrte de Portugal feira no dia de Natal, ordena ali uma, nomeando mercador-mor ao Tempo. Entra êste, anunciando várias mercadorias, entre elas a Justiça, a Verdade, a Paz, o Temor de Deus, etc. A seguir vem um Serafim e convida para a feira os mosteiros, as igrejas, os pastores de almas, «os papas adormidos», a quem exorta a que regressem à vida humilde e simples dos primitivos tempos da Igreja.
Aparece o Diabo, «como bufarinheiro», e gaba-se de que há de vender com tôda a facilidade a sua avariada mercadoria. Discute o assunto com o Tempo e com o Serafim.
Surge Roma, a Igreja, que vem comprar Paz, Verdade e Fé. Gil Vicente, pela boca do Diabo, dirige-lhe cruéis censuras e ataques.
Desenvolve-se depois uma scena de dois compadres lavradores, que, a caminho da feira, falam das respectivas mulheres, uma brava, outra mansa, mostrando-se cada um dêles descontente com a sua. Surgem as mulheres e censuram os respectivos maridos, cujos defeitos apontam. Chegam à feira. Como uma das mulheres pronuncia a palavra —Jesus—, o Diabo desaparece. Dirigindo-se ao Tempo e ao Serafim, preguntam por mercadorias várias e enjeitam as que esses vendedores apregoam, como consciência, virtude, etc.
Aparecem mais raparigas e rapazes, ordenam-se para feirar, e estabelece-se entre êles uma troca de ditos amorosos, que tornam animada a scena. Até que por fim todos cantam uma «folia» à Virgem em honra de quem se ordenara a feira.


Auto da Índia

A Ama está chorando, pois é comunicada da partida de seu marido para a Índia. O castelhano, pretendente galanteador, sabendo da partida do marido vai fazer uma visita à Constança. Esta se mostra relutante no início, mas logo aceita a companhia do castelhano e o convida a voltar mais tarde. O combinado é que ele deveria atirar pedrinhas na janela do quintal. Lemos, um antigo namorado ainda apaixonado por Contança, também vai visitá-la na mesma noite, fazendo com que esta tenha que contornar a situação, já que Lemos está dentro da casa e o castelhano, no quintal. Contança então diz a Lemos que quem está no quintal é o vinagreiro querendo receber o dinheiro que ela dizia; e ao castelhano ela diz para aguardar lá fora até seu ?irmão? ir embora. Finalmente ela se livra dos dois. Passados 3 anos, é anunciada a volta do amo, a que Contança reage pedindo a sua empregada que quebre a louça e jogue fora toda a comida, pois assim o marido não teria o que comer e partiria novamente. O marido chega e o casal começa a conversar. Contança diz a ele que durante sua ausência ela passara maus momentos, se sacrificando sem comer, rezando e zelando pelo seu bem estar; logo ela cobra fidelidade do marido. Quando ele conta sobre as riquezas da viagem à Índia, ela se acalma e decide ir verificar os tesouros que aguardavam por ela na nau, momento no qual a obra é finalizada.


Auto de Mofina Mendes

O auto inicia-se com o sermão do Frade. Este sermão cómico, num latim "macarrónico", apresenta o tema do auto e as personagens. Seguidamente é representada a Anunciação: a Virgem, cercada pelas suas damas de honor (Pobreza, Humildade, Fé e Prudência), recebe a visita do Anjo Gabriel que anuncia a sua gravidez.
Entre a Anunciação e o nascimento de Jesus surge a história pastoril de Mofina Mendes. Mofina, cujo nome significa "infelicidade", perde os animais que devia ter guardado. Mesmo assim, o pastor paga-lhe com um pote de azeite que Mofina Mendes acaba por deixar cair e partir. O pote quebrado funciona como um símbolo. Afinal, todos temos o nosso pote de azeite «que há-de dar consigo em terra».
O auto termina com o nascimento e a adoração ao Menino Jesus no Presépio.


Farsa ou Auto de Inês Pereira

A temática desta conhecida peça está profundamente ligada à realidade vivida pela sociedade portuguesa da época deGil Vicente: o desejo de ascensão social da pequena burguesia, que vê nocasamento numa forma de consegui-la, o oportunismo, o desprezo pela vida camponesa e o prestígio das maneiras cortesãs, a ignorância do rústico, emborarico camponês e sua ingenuidade, a falta de escrúpulos (núcleo da peça). Odesenvolvimento do capitalismo reforçou o poder do monarca e também provocou a decadênciada nobreza feudal. A riqueza vinda do comércio ultramarino tendia a ser a grandebase do prestígio social. A aristocracia dependia dessa riqueza e procuroudiminuir sua importância desprezando-a e valorizando a origem de sangue, a moral, aeducação, a fineza, as boas maneiras, a honra e a coragem, enfim os ideais cavalheirescos.E como a nobreza mesmo decadente, ainda conservava um grande prestígio social,acabou por impor o estereótipo do cavaleiro como modelo a que deviam aspirartodos aqueles que queriam pertencer de fato à classe superior. A burguesia (comércio efinanças) procurou imitar esse figurino com desejo de ascensão social. Passaramentão a imitar os nobres sonhando subir desta forma na escala social, mas isso se tornoucômico e ridículo. É mais ou menos o que acontece em Inês Pereira de GilVicente. Inês, jovem cansada de trabalhar, quer casar. Lianor Vaz lhe arranja um noivo, Pêro Marques, que ela recusa por ser falastrão (quer um maridodiscreto, mesmo que pobre). Então Latão e Vidal, dois judeus casamenteiros, lhearranjam o escudeiro Brás da Mata, com quem se casa. Brás é caloteiro e nuncapaga seu moço, Fernando. Logo após o casamento Brás vai para o Norte da Áfricatornar-se cavaleiro, mas é morto por um pastor mouro ao fugir da batalha. Livredeste casamento Inês se casa com Pêro Marques.


O Velho da Horta

Em O Velho da Horta, de 1512, Gil Vicente revela perfeito domínio do diálogo e grande poder de lidar com personagens e ações que se aproximam da comicidade. Utiliza pouco aparato cênico, colocando toda a ação Em um mesmo cenário (a horta) e os acontecimentos que se realizam fora da horta são referidos como fatos que vêm de fora. Todos os episódios têm uma única direção: o desfecho, e isso garante a unidade da peça.
O Velho da Horta  é uma peça de enredo, na qual se desenvolve uma ação contínua e encadeada, em torno de um episódio extraído da vida real, ou em torno de uma série  de episódios envolvendo uma personagem central, ou articulando uma ação dramática homogênea e completamente desenvolvida, com um travejamento mais complexo, com começo, meio e fim.
Gil Vicente é um criador de tipos. A linguagem do Velho é um arremedo da poesia palaciana. A linguagem da Moça é zombeteira e se contrapõe à do velho. A obra é uma peça de teatro escrita em versos.
O argumento gira em torno das desventuras de um homem já entrado nos anos e seu frustrado amor por uma jovem que vem à sua horta comprar verduras. Por meio do diálogo entre o velho e a jovem, Gil Vicente capta a crueza de uma situação que oscila entre o ridículo e o ilusório. O Velho apaixonado deixa-se levar por um amor imprudente e obcecado; a Moça, motivo dos sonhos do Velho, é irônica, sarcástica e retribui as declarações de amor com zombarias.
A cena inicial é marcada pela tentativa de conquista e o diálogo se dá entre o lirismo enamorado do Velho e os ditos zombeteiros da Moça. Em seguida, entra em cena uma alcoviteira que oferece seus préstimos profissionais para garantir ao Velho a posse da amada. Mediante promessas de que o êxito está próximo, a mulher extorque toda a riqueza do Velho. Finalmente, entra em cena a Justiça que prende a alcoviteira, mas retira do Velho a esperança de ver realizado tão louco amor. No final, vem a notícia de que a jovem que motivou tão tresloucada paixão casou-se. 

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Crepúsculo

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No primeiro livro da série Bella Swan decide mudar-se da ensolarada Phoenix, Arizona para a chuvosa cidade de Forks, Washington, para viver com seu pai, Charlie, o chefe da polícia local. Segundo ela, a sua mãe (Renée) sentia-se triste por não poder acompanhar o seu novo marido (Phil Dwyer) aos jogos de basebol, pois este é um jogador da segunda divisão e, então, Bella
 decide mudar-se para dar mais espaço ao casal.
A jovem não tinha nenhum amigo em Phoenix, mas apesar disso, ela gostava do lugar, pois o Sol brilhava sempre por lá. Pelo contrário, Forks é uma das cidades onde mais chove durante o ano nos Estados Unidos, apresentando dias muitíssimo nublados.
A chegada de Bella a Forks desperta imensa curiosidade em toda a gente. Esta é uma cidade pacata, onde todos se conhecem e, por isso, a sua vinda era bastante aguardada. Na escola, Bella conhece vários colegas logo no primeiro dia de aulas e torna-se amiga de Mike, Jessica, Angela, Eric e Tyler.
Bella depressa descobre como seria monótona e entediante a sua vida em Forks, caso Edward Cullen, o misterioso rapaz que se senta a seu lado na aula de Biologia, não lhe despertasse tanta curiosidade e servisse de escape à sua rotina diária. No primeiro dia que ela o vê, Edward aparenta sentir repulsa por ela, chegando mesmo a tentar mudar os seus horários para evitá-la, pois seu cheiro era muito tentador para ele.
No entanto, quando uma van fora de controle está prestes a atropelar Bella no estacionamento, Edward salva-a do perigo sobrenaturalmente, como é percebido pela jovem, que assinala que ele estava muito distante de si para poder puxá-la da trajetória do veículo e que, a mossa deixada no automóvel após o embate, era em tudo semelhante à estrutura dos ombros do rapaz. Edward recusa-se, todavia, a falar sobre o assunto. Bella evita falar com ele durante algum tempo, mas no dia em que ela vai com as suas amigas até Port Angeles, mete-se, de novo, em apuros, de modo que Edward salva-a novamente. A partir deste instante, a cada passagem do livro, ambos acabam por se tornar cada vez mais próximos.
Ela acaba descobrindo por seu amigo Jacob Black, da tribo Quileute, que Edward e a sua família (os Cullen) são vampiros vegetarianos, ou seja, que não se alimentam de sangue humano.
Entretanto, Bella é apresentada à família Cullen. Todos gostam dela, menos Rosalie, a irmã de Edward e companheira de Emmett. Edward e Bella passam muito tempo juntos, e cada vez mais apaixonados. O vampiro é apresentado a Charlie e tudo parecia perfeito, até
 que tudo é lançado ao desespero quando James (um vampiro rastreador) pousa os seus olhos em Bella. Ele fica sedento, e decide alimentar-se dela a todo o custo.
Após ter fugido do seu acossador, a jovem vê-se obrigada a reencontrá-lo, sob a suspeita deste ter sequestrado a sua mãe. Bella dirige-se a um antigo estúdio de Balé, no qual dançava quando era pequena, e onde James pretende sugá-la até à morte. Edward, junto com os outros membros da família Cullen, consegue porém resgatá-la, antes que James consiga pôr termo à sua vida. Acaba a história num baile da escola, onde Bella comparece com o seu par (Edward) e onde aparece também Jacob Black, que traz uma mensagem do seu pai, Billy, que diz para Bella se afastar de Edward. Nem ela nem Jacob percebem o que quer exactamente dizer esta mensagem, pois por esta altura Jacob ainda não sabe que é lobo, ou seja, o inimigo natural dos vampiros.
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No segundo livro da série no aniversário de 18 anos de Bella, Edward e os outros Cullen fazem uma festa especial para ela na sua mansão. Porém, ao tentar abrir um dos presentes, Bella acaba se cortando e deixa Jasper sedento, por ser o mais novo "vegetariano". Edward fica transtornado por colocar Bella repentinamente em perigo, e decide mudar-se com a sua família, deixando Bella para trás. Para ser mais fácil a partida e para Bella poder seguir a sua vida, como se nada tivesse acontecido, Edward diz-lhe que não a ama. Quatro meses depois da partida de Edward, Charlie fica irritado por Bella ainda se encontrar tão apática, e ameaça mandá-la para Jacksonville com sua mãe. Bella tem um acesso de fúria e Charlie decide que Bella pode ficar, desde que volte a sair com os seus amigos (A jovem nunca mais falara com ninguém desde a partida de Edward). Decidida a ficar em Forks, ela vai com sua colega de sala Jessica ao cinema, mas, após o filme, ela se vê em uma situação semelhante a que viveu no primeiro livro, quando um grupo de homens a chama perto de um bar, ela se aproxima e é veementemente repreendida pela voz de Edward, na forma de uma alucinação. Ela percebe que para ouvir novamente a voz dele com tanta perfeição precisa passar por situações que possam causar algum tipo de perigo. Para ouvir essa voz, Bella adquire duas motos e começa a passar as tardes na casa de Jacob Black, em La Push. Ele conserta as motos pra ela e promete ensiná-la a pilotar. Quando as motos ficam prontas, Jacob e Bella vão à praia com elas, e vêem Sam Uley e os seus companheiros pulando de um penhasco. O jovem conta-lhe estar desconfiado de que Sam pertença a uma quadrilha, e promete levá-la para pular do penhasco um dia, já que Bella demonstrou interesse (ele não sabia o motivo do repentino interesse da garota por esportes radicais, ouvir a voz de Edward).
Uma noite, Jacob, Bella e Mike vão ao cinema, e Mike transmite uma virose para Bella. Jacob, ao chegar a casa, é alertado por Billy sobre o seu estado, e este transforma-se num lobisomen (Bella ainda não sabe desse fato). Como eles devem manter a sua existência em segredo, ele diz a Bella que contraiu mononucleose. Ela fica desesperada, pois a média de recuperação dessa doença é de aproximadamente um mês. Bella, entediada com a distância entre ela e Jacob, decide tentar sozinha a ida a clareira na qual Edward a levou, onde encontra-se com Laurent, que decide matá-la para se alimentar, mas aparecem lobos gigantes que o perseguem e a salvam. Porém, duas semanas depois do início da doença, Jacob "melhora" e começa a andar com o grupo de Sam Uley. Bella quer esclarecimentos, porém acaba brigando com Jacob. Ele tenta fazer as pazes dando dicas de seu segredo, quando Bella descobre que Jacob é um lobisomem ele conta a Bella que eles mataram Laurent e estão perseguindo a "parceira" dele (na verdade, velha amiga), uma vampira ruiva. Bella se desespera, pois sabe que Victoria na verdade está atrás dela para vingar James, e não Laurent, mas Victoria consegue sempre fugir dos lobos.
Chegam as férias de Primavera. Numa tarde, enquanto Jacob e os outros lobisomens caçam Victoria, Bella decide pular do penhasco sozinha, a corrente uma tempestade estraga seus planos e ela é pega por uma forte correnteza que quase a afoga, porém Jacob a salva. Alice Cullen tem uma visão de Bella pulando, mas não saindo da água, e corre até Forks. Porém, ao chegar lá, vê que Bella foi salva por Jacob e fica frustrada pelo fato de que nas suas visões não aparecem os lobisomens. Rosalie Hale, confiante na visão de Alice, conta a Edward que Bella morreu, e Edward telefona para a casa dos Swan para confirmar. Nesse momento, na casa de Bella, estão Jacob, Bella e Alice (escondida de Jacob), e Jacob atende o telefone. Edward identifica-se como Carlisle, e pergunta onde está Charlie. Jacob diz "no enterro" . Edward, pensando que Bella está morta, vai até Volterra, na Itália, para se suicidar. O que Edward não sabe é que Charlie não está no enterro de Bella, mas sim no de Harry, que teve um ataque cardíaco enquanto Bella pulava do penhasco. Alice entra na sala de Bella, onde ela está com Jacob e pergunta a ele o que ele disse, pois Edward mentiu ser Carlisle e Rosalie contou-lhe que Bella "havia morrido". Quando Alice conta a Bella que Edward está a caminho de Itália, Bella fica apavorada, pois sabe que Edward se irá expor como vampiro, para se matar. Alice e Bella chegam a tempo de impedir a exposição de Edward, e os três, antes de voltar, têm que falar com Aro, um dos três Volturi. Aro fica fascinado pelo poder dos dois (Edward e Alice), e quer que eles se juntem aos Volturi. Nenhum deles aceita. Ao voltar para Forks, Edward diz a Bella que sempre a amou, e que mentiu para Bella seguir a sua vida normalmente, sem nenhum risco. Bella perdoa-o e ele diz que nunca mais partirá, porque os riscos de Bella sem ele são muito maiores, pois "Bella está no meio de Victoria e dos cães" (os lobisomens) e a pede em casamento, mas Bella não aceita, pois acha que ainda é jovem demais para se casar. O livro termina com os Cullen a votar se Bella deverá ou não ser transformada em vampira, uma vez que os Volturi consideram que a jovem sabe demais sobre a sua espécie.
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Um exército de vampiros "recém-criados" está à solta nas ruas de Seattle, uma cidade perto de Forks, e Edward está mais alerta que nunca. Enquanto os Cullen vêem este problema como uma desculpa para receberem uma visita dos Volturi, Bella preocupa-se mais em escolher entre a sua amizade com Jacob Black (permanecendo humana, mas entregue ao castigo dos Volturi por ser a única humana a saber sobre a existência de vampiros) ou o amor que sente por Edward (sendo transformada em vampira e não sendo castigada pelos Volturi) e originar uma batalha entre lobisomens e vampiros, pondo a sua nova família e os seus antigos amigos em risco. Enquanto isso, Edward pede Bella em casamento, que, muito contrariada, aceita o seu pedido. Bella descobre que Victoria é a criadora dos novos vampiros (ela quer se vingar de Edward, por ter matado James, seu companheiro; já que Edward o matou, ela pretende matar Bella) e uma batalha para proteger a jovem começa. Bella sente-se confusa com os novos sentimentos que surgem dentro de si, o amor de Jacob Black que vem a ser uma dúvida e o medo da pós-transformação. Os lobisomens aliam-se aos Cullen, somente nesta batalha, para salvar a vida de Bella. Victoria é morta por Edward, ao tentar vingar-se. Entretanto, os Volturi aparecem. Mas eles confiam em que Carlisle vai transformar Bella em vampira. E nesta altura, Bella tem de fazer a escolha fatal. Ela esta apaixonada por Edward, mas no ano passado, quando ele a deixou, Jacob foi quem cicatrizou a ferida e fazendo isso, Bella acaba inconcientemente apaixonando-se por Jacob Black também. Ela percebe que está apaixonada por ele, mas não o suficiente para desistir de Edward por ele. Jacob acaba por perceber que ela está apaixonada por Edward e renuncia ao seu amor por ela, alegando que não quer que ela tenha de escolher entre dois homens; e que a maneira de lhe provar o quanto gosta dela é desistir do seu amor por ela e deixar que esta seja feliz com o vampiro Edward. Por entre muito sofrimento, muitas lágrimas e muita tristeza por Jacob, Bella escolhe Edward.
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Bella casa-se com Edward os dois vão para sua lua de mel na ilha privada de Esme, na costa do Rio de Janeiro. Como Bella cumpre sua parte do acordo com Edward, casando-se com ele, ele acaba por cumprir a dele. Logo, os dois têm sua primeira experiência sexual. No começo, Edward fica irritado consigo mesmo, já que Bella fica coberta de hematomas. Mas depois ele concorda em tentar de novo. Assim, ocorre o inesperado: Bella fica grávida dele, o que todos achavam impossível. Edward e Carlisle decidem abortar a criança antes que esta mate Bella. Discordando da decisão deles, Bella conta com a ajuda de Rosalie, que apóia a decisão dela ter esse filho.
Ao descobrir que Bella está grávida, Sam, líder do bando de lobos, decide destruir a "criatura", julgando que seria um perigo para todos. Jacob não concorda com isso, sabendo que se acontecesse, Bella morreria também. Apesar de seus argumentos, Sam se mostra irredutível e tenta obrigar Jacob e Seth - único membro do bando além deste a não apoiar o ataque - usando o seu domínio de alfa, a se juntarem ao bando no ataque aos Cullen, que defenderiam Bella e, consequentemente, o bebê. Jacob não aceita esse fato, optando por tomar posse de sua herança sanguínea de alfa, a qual nunca aceitou, por achar que Sam seria um melhor líder do que ele. Então Jacob abandona o bando, sendo seguido por Seth e, mais tarde, por Leah. Eles avisam aos Cullen sobre os planos de Sam e a luta não acontece.
Bella ficava cada vez mais fraca, enquanto a gravidez avançava em uma velocidade anormal. Segundo Carlisle, sua chance de sobrevivência era de cinquenta por cento, se seu coração parasse de bater, nem mesmo o veneno dos vampiros poderia salvar sua vida; ela enfraquecia por que o bebê era mais forte que ela, e também por que não conseguiam alimentá-la. Ao saber disso, Jacob tem um pensamento que faz com que Edward perceba que talvez o bebê precisse de sangue. Bella concorda em tomar sangue humano, que Carlisle havia trazido do Hospital, e sente-se melhor. Logo depois, porém, ao dar à luz a criança, Bella quase morre, mas Edward consegue transformá-la em vampira. Ao ver Reneesme, nome dado ao bebê, Jacob acaba tendo um imprinting (tipo de amor à primeira vista) com ela. Bella não aceita esse fato no início, mas depois compreende e eles convivem em harmonia.
Após algum tempo, entretanto, a criança (que crescia rapidamente) é vista por Irina, do clã Denali, que está com raiva dos transmorfos, pois eles mataram Laurent - um integrante do clã de James, "amante" que ela teve quando ele foi morar em Denali, tentando viver à base de sangue de animais, mas que não resistiu e decidiu voltar à seus antigos hábitos alimentares, quase matando Bella (Lua Nova) - e vê Jacob se transformar em lobisomem quando ele acompanhou Renesmee e Bella em uma caçada. Irina fica com raiva e conta aos Volturi sobre Renesmee, achando que a criança é imortal e que, segundo a lei dos vampiros, deve ser destruída. Alice tem uma visão desse acontecimento e eles se preparam, não para lutar contra os Volturi, mas para reunir o maior número possível de vampiros amigos, para servirem de testemunhas e dar tempo para que os Volturi ouvissem, antes de atacar, que a criança era filha biológica de Edward e Bella, que crescia como uma humana, seu coração batia e o sangue fluía por suas veiais, evitando a batalha.
No final, quando os Volturi aparecem, acabam sabendo da verdade por Aro, seu líder, que usa o seu dom para descobri-la através de Edward. Mas, mesmo assim, eles dizem não ter certeza se devem deixar Renesmee viver, alegando que ela pode ser perigosa. Os Cullen e parte de suas testemunhas estavam dispostos a lutar pela criança, mas Alice, que após ter ido embora com Jasper, deixando-os pensar que tinham abandonado a família, retorna com a solução: após pesquisa feita na América do Sul, encontra um homem que, assim como Renesmee, é apenas meio-imortal, provando que a menina não ofereceria perigo. Bella também ajuda, tendo o controle de seu dom, que é criar um "escudo" à sua volta, e adiando o momento do confronto até a chegada de Alice. Depois que tudo é resolvido e os Volturi vão embora, Bella também aprende a "expulsar" o escudo que tinha em sua mente, permitindo que Edward possa ler seus pensamentos.

As Crônicas do Senhor da Guerra


As Crônicas de Artur é uma trilogia de livros escrita por Bernard Cornwell sobre a lenda do Rei Artur. A história é escrita como uma mistura de ficção histórica e mitologia Arturiana. 
  • O Rei do Inverno
  • O Inimigo do Rei
  • Excalibur
A tese de Cornwell é de que a Grã-Bretanha após o domínio do Império Romano era um lugar difícil para os bretões nativos, sendo pela invasão anglo-saxã vindos do leste e dos irlandeses vindos do oeste. Ao mesmo tempo, argumenta Cornwell, sofreram disputas internas de poder entre a religião Druida e a chegada do Cristianismo.
O protagonista da história é Derfel Cadam (pronuncia-se Dervel), um saxão adotado por Merlin, o maior de todos os druidas. No decorrer da história, Derfel torna-se guerreiro e um dos grandes tenentes de Artur em sua guerra contra os saxões. Merlin, enquanto isso, procura uma forma de restaurar os antigos deuses da Grã-Bretanha, contestados pelo avanço cristão, que hostiliza o druidismo.
As Crônicas de Artur são freqüentemente consideradas o melhor trabalho de Cornwell, sendo aclamado tanto por suas qualidades narrativas quanto pela exatidão em retratar a vida da época. O próprio Cornwell já disse que, dentre todos os seus trabalhos, esses três livros são seus favoritos.
O retrato feito por Cornwell de Merlin como um druida interesseiro, objetivo e irreverente é particularmente memorável, assim como suas pujantes descrições da barbárie da Era das Trevas. Também é interessante sua solução para o problema de integrar a magia do mito de Artur com o contexto da ficção histórica, que deixa para o leitor interpretar e decidir se a magia descrita na história é real ou apenas um conjunto de coincidências, psicologia e tecnologias primitivas.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Estante de Porão: As Crônicas de Wardstone

Estante de Porão: As Crônicas de Wardstone:

“Não leiam este livro depois de escurecer.”Joseph Delaney

As Crônicas de Wardstone


“Não leiam este livro depois de escurecer.”
Joseph Delaney

O Aprendiz do Mago conta ao leitor a história de um menino de 13 anos treinado para ser exorcista. Thomas Ward, o sétimo filho de um sétimo filho, foi eleito para exorcizar os maus espíritos e afastar fantasmas. A mãe tinha-lhe confidenciado que ele tinha um dom e por isso seria entregue a um velho mago para que o preparasse para enfrentar situações desfavoráveis que se aproximavam. Um dia o Mago não estava por perto e Thomas caiu numa armadilha. Será que estava preparado para o desafio? Uma estréia auspiciosa de um novo autor de origem inglesa.


O segundo volume das Crônicas de Wardstone é a continuação da história do jovem Thomas Ward, o aprendiz do velho Mago do Condado. Agora que Thomas já quase domina o seu ofício, tempos difíceis se aproximam… Thomas vai se deparar diante de um terrível dilema, abandonar uma batalha que está muito acima de suas forças e dos seus conhecimentos ou salvar seus amigos que foram condenados pelo Inquisidor-Mor a morrer na fogueira e, mais difícil ainda, fazer aquilo que o próprio Mago não conseguiu: pôr fim à nefasta influência de um espírito das trevas que personifica o próprio Mal. Porém Thomas aprendeu a lidar com o medo e sua dedicação a seus amigos é total. Além disso vai ter a seu lado, Alice, a pequena feiticeira de sapatos bicudos e sua grande amiga! Será que juntos conseguirão? As Crônicas de Wardstone já são um clássico da literatura juvenil e do gênero fantástico.


Depois de O Aprendiz do Mago e A Maldição do Mago, Joseph Delaney acrescenta à série “As Crônicas de Wardstone” mais um volume. Neste terceiro e assustador enredo, a noite desenha-se por entre um Inverno rigoroso. Chegou a hora de Tom, aprendiz de mago, seguir o seu mestre e viajar até Anglezarke, a casa de Inverno do mago. Tom já tinha ouvido falar da casa como um local sinistro e ameaçador e sua mãe tinha-lhe recomendado manter-se sempre junto a seu mestre. Mas nada poderia prepará-lo para o que iria encontrar. A casa está cheia de segredos, incluindo sobre o passado do mestre, trazendo à superfície aspectos de sua juventude. E quem é a figura encapuçada que aparentemente tem estado a vigiá-los? Que terríveis demônios estão aprisionados nas profundezas do porão? E poderá a resposta a estas perguntas pô-los em perigo? Nada será o mesmo depois deste Inverno…

Estante de Porão: As Crônicas de Rowan

Estante de Porão: As Crônicas de Rowan:

Mais uma série em livros digitais para os amantes da leitura..... Aproveitem e visite nosso Blog.. Abraços